6 de novembro de 2012

CARTA ABERTA A ANGELA MERKEL

Cara chanceler Merkel,

Antes de mais, gostaríamos de referir que nos dirigimos a si apenas como chanceler da Alemanha. Não votámos em si e não reconhecemos que haja uma chanceler da Europa. Nesse sentido, nós, subscritores e subscritoras desta carta aberta, vimos por este meio escrever-lhe na qualidade de cidadãos e cidadãs. Cidadãos e cidadãs de um país que pretende visitar no próximo dia 12 de Novembro, assim como cidadãos e cidadãs solidários com a situação de todos os países atacados pela austeridade. Pelo carácter da visita anunciada e perante a grave situação económica e social vivida em Portugal, afirmamos que não é bem-vinda. A senhora chanceler deve ser considerada persona non grata em território português porque vem, claramente, interferir nas decisões do Estado Português sem ter sido democraticamente mandatada por quem aqui vive.

Mesmo assim, como o nosso governo há algum tempo deixou de obedecer às leis deste país e à Constituição da República, dirigimos esta carta directamente a si. A presença de vários grandes empresários na sua comitiva é um ultraje. Sob o disfarce de "investimento estrangeiro", a senhora chanceler trará consigo uma série de pessoas que vêm observar as ruínas em que a sua política deixou a economia portuguesa, além da grega, da irlandesa, da italiana e da espanhola. A sua comitiva junta não só quem coagiu o Estado Português, com a conivência do governo, a privatizar o seu património e bens mais preciosos, como potenciais beneficiários desse património e de bens públicos, comprando-os hoje a preço de saldo.

Esta interpelação não pode nem deve ser vista como uma qualquer reivindicação nacionalista ou chauvinista – é uma interpelação que se dirige especificamente a si, enquanto promotora máxima da doutrina neoliberal que está a arruinar a Europa. Tão pouco interpelamos o povo alemão, que tem toda a legitimidade democrática para eleger quem quiser para os seus cargos representativos. No entanto, neste país onde vivemos, o seu nome nunca esteve em nenhuma urna. Não a elegemos. Como tal, não lhe reconhecemos o direito de nos representar e menos ainda de tomar decisões políticas em nosso nome. 

E não estamos sozinhos. No próximo dia 14 de Novembro, dois dias depois da sua anunciada visita, erguer-nos-emos com outros povos irmãos numa greve geral que inclui muitos países europeus. Será uma greve contra governos que traíram e traem a confiança depositada neles pelas cidadãs e cidadãos, uma greve contra a austeridade conduzida por eles. Mas não se iluda, senhora chanceler. Também será uma greve contra a austeridade imposta pela troika e por todos aqueles que a pretendem transformar em regime autoritário. Será, portanto, uma greve também contra si. E se saudamos os nossos povos irmãos da Grécia, de Espanha, de Itália, do Chipre e de Malta, saudamos também o povo alemão que sofre connosco. Sabemos bem que o Wirtschaftswunder, o “milagre económico” alemão, foi construído com base em perdões sucessivos da dívida alemã por parte dos seus principais credores. Sabemos que a suposta pujança económica alemã actual é construída à custa de uma brutal repressão salarial que dura há mais de dez anos e da criação massiva de trabalho precário, temporário e mal-remunerado, que aflige boa parte do povo alemão. Isto mostra também qual é a perspectiva que a senhora Merkel tem para a Alemanha. 

É plausível que não nos responda. E é provável que o governo português, subserviente, fraco e débil, a receba entre flores e aplausos. Mas a verdade, senhora chanceler, é que a maioria da população portuguesa desaprova cabalmente a forma como este governo, sustentado pela troika e por si, está a destruir o país. Mesmo que escolha um percurso secreto e um aeroporto privado, para não enfrentar manifestações e protestos contra a sua visita, saiba que essas manifestações e protestos ocorrerão em todo o país. E serão protestos contra si e aquilo que representa. A sua comitiva poderá tentar ignorar-nos. A Comissão Europeia, o Fundo Monetário Internacional e o Banco Central Europeu podem tentar ignorar-nos. Mas somos cada vez mais, senhora Merkel. Aqui e em todos os países. As nossas manifestações e protestos terão cada vez mais força. Cada vez conhecemos melhor a realidade. As histórias que nos contavam nunca bateram certo e agora sabemos serem mentiras descaradas.

Acordámos, senhora Merkel. Seja mal-vinda a Portugal.





Subscritores/as

54 comentários:

  1. hum..não penso que os "irmãos gregos"..tal como os "irmãos" portugueses se tivessem importado de onde vinha o dinheiro, enquanto "neo-riquisticamente" o esbanjavam em "empresas" milagrosas..em chorudos subsidios "artísticos" ou eventos duvidosos. Penso que ninguém se importou desde que desse para comprar uns IPads, IPhones e viver uns sonhos "artísticos" tirados de uma "wired"ou qualquer "ego trip magazine"...well meu "naif" escritor..os "irmãos" gregos (tal como outros) gastaram o dinheirito todo..e o dinheirito vinha da alemanha emprestado, investido, finaceiramente para projectos gregos..disponibilizado. Todos os alemães-por gastarem imenso em turismo- eram imensamente benvindos na Grécia para deixar os euritos. Que faz o "naif" escritor quando lhe emprestam dinheiro? não o devolve baseado em exemplos de "irmandade"!? Não, não acho o papel da "troika" correcto. Acima de tudo (e ponho-o de uma forma simples), digamos que os gregos se inscreveram (tal como outros) em todos os clubes de luxo que podiam..agora não têm dinheiro para pagar as cotas (tal como outros)e dizem mal do clube. Meu caro escritor "naif", até para escrever conteúdos "panfletários" é preciso ir mais longe do que o óbvio..porque a revolta óbvia pode fazer sentido para eternos subsídio-dependentes...ou empregados de função publica estático-dependentes...mas é um contributo estéril em termos de construção e participação social.

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    1. http://www.esquerda.net/artigo/21787deputados-gregos-querem-debater-repara%C3%A7%C3%B5es-de-guerra-da-alemanha
      E que tal a Alemanha pagar o que deve a Grécia?!

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    2. Caro Paulo

      Também concordo que iremos ter de pagar tudo o dinheiro que pedimos emprestado mas...
      Deixo esta pergunta se por um lado agora nos estão a impor regras para o pagamento desse valor, hipotecando a capacidade de uma vida digna a todo o povo Português, gostaria então de saber quais foram a regras que esses emprestadores de euros se impuseram para salvaguardar que o pagamento desses empréstimos, era exequível, ou será que as únicas regras eram então a imposição de juros astronómicos baseados única e simplesmente no cálculo do risco que esses empréstimos acarretavam?
      É que também já pus esta pergunta ao gangster político que temos agora como 1º ministro mas ainda não obtive resposta

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    3. Acho engraçada a sua retórica, ainda não percebeu que não está em questão o pagamento, mas sim o prazo do pagamento? Eu sou a favor de se que paguem dívidas, mas caso os cenários se alterem, alterem-se também os parâmetros do pagamento...A continuar neste rumo não há credor que venha a receber o que quer que seja...É lamentável ver comentários como o seu, que defendem miséria e pobreza extrema, para seguir um caminho que todos viram ser o errado. Austeridade temos que a ter, agora não me venha com tretas sobre subsídios e os seus dependentes, possuo dois trabalhos e luto diariamente para que os meus clientes sejam devidamente tratados e além disso não possuo créditos que não posso pagar...Não estou para pagar pelos luxos da elite portuguesa que andou a esbanjar o que não era dela!

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    4. Huuuum es mesmo um pouco burro não?

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    5. A estupidez está em alterarem os juros dessa divida conforme lhes apetece. É traição os juros serem abaixo de 10% e terem chegado quase aos 20. Tornam a divida ainda mais dificil de pagar porque ganham muito com isso juros. Falam que é por ser de risco, isso é desculpa para mamarem mais. No fundo não lhes interessa que agente não deva pois um dia já terenos devolvido todo o dinheiro e só estaremos pagando juros. Então ainda nos emprestarão mais dinheiro daquele que ja esta a sair do nosso proprio bolso lol para ficarmos a dever ainda mais. Não aceitem dinheiro estrageiro em forma de divida por favor

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    6. Comentário neofascista, tal como a política de PPC e da D.Merkel...
      Eu não pedi dinheiro nenhum a essa corja de usurários... A Alemanha, como país, deve-nos muito mais do que nós lhe devemos... Eu sou da geração das senhas para comprar pão, enquanto o nosso trigo ia para matar a fome dos nazistas... Voce,caro comentador, deve ser muito novinho para saber dessas coisas. Respeite o povo portugues que vive sem emprego e passa fome neste momento...
      AVieira-emigrante-Brasil

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    7. a ingenuidade em termos historicos..pode suavizar o sentimento de culpa e legitimar discussões...mas é sempre uma má desculpa:)

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    8. Muito desse dinheiro emprestado também serviu para comprar Mercedes, BMW, Audi, submarinos à Ferrostal e por aí fora. Como também serviu parte do dinheiro da Europa para destruir o aparelho produtivo nacional e substituí-lo por importações vindas também da Alemanha. Não só lhes compramos os produtos, contribuindo para o milagre económico germânico, como lhes pagamos com juros.
      Para já não falar das notícias de corrupção na Grécia envolvendo empresas alemãs e políticos gregos a propósito de negociatas na área da defesa e durante os jogos olímpicos de Atenas. Em Portugal, fica sempre tudo no limbo...

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    9. Claro que a culpa desta situação é do escritor naif, não é de quem lhe emprestou o dinheiro ... os escritores naif levaram o país à ruína - grande tese !!

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    10. Este lírio , Paulo, tem cá uma lenga-lenga que mostra ser um simpatizante germânico de primeira. O Sr não deve estar ao corrente que são os alemães que imposeram direta e indiretamente os altíssimos juros a cobrar aos países em dificuldade: Islãndia, Irlanda, Grécia, Portugal. Se a este fato juntar as más decisões e dinheiros desaparecidos no tempo do cavaquismo...mais as boas decisões de agora com quadros com altos salários passarem à reforma antes que seja tarde, devido à alteração da idade preconisada, nos anos de glória... qual é o País que se pode vangloriar de ter ativos ( professores, por exemplo) com salários inferiores aos reformados do mesmo setor? Curiosidades portuguesas sem dúvida.

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    11. Caro Paulo,

      Quem o esbanjou e em que? Você tem o mínimo conhecimento de economia e como os fundos foram gastos? Óbvio que não.

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    12. Todos nós os gastamos (fundos)..directa ou indirectmente e na devida proporção. E simpatia pelos alemães de facto não tenho por aí adiante, mas simpatia pela vigarisse grega...nenhuma. è demasiado parecida com a nossa e até para pior. Quanto a mim temos um excelente futuro em preparação...mas estará condenado enquanto o acesso ao parlamento for controlado pela escadaria ascendente das "juventudes partidárias" e partidos.

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    13. há demasiados "panfletos" e "panfletários". "futuristas"?!?!(está para se ver em que)..demasiada escrita e muito pouca acção. Demasiado treino no protesto e muito pouco na iniciativa privada...porque na verdade a grande maioria dos funcionarios publicos..pouco ou nada sabem fazer uma vez fora do sistema protector em que se abrigaram durante decadas..adormeceram e usaram...acordar nunca é fácil. mas com olhos abertos vive-se muito melhor..e panfletos como este, são uma perfeita idiotice.

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  2. O JANTAR

    Será que alguém ainda acredita que a economia Alemã está de boa saúde, ou a Norueguesa, Holandesa e Dinamarquesa, já para não falar da Inglesa. Não estão. Não vendem como vendiam, apenas têm reservas monetárias que injetaram na economia recentemente e têm vindo a injetar que lhes permitem manter um certo nível de vida, por agora. 50 Mil milhões de Euros foram quanto o governo Alemão injetou em 2009 na economia para atenuar a crise, recentemente o governo Francês deu a mão ao grupo Renault/Citroen, outros fazem o mesmo no grupo dos ricos, mas não vão poder fazê-lo por muito mais tempo. O grande mercado para todas as empresas de automóveis, eletrodomésticos, serviços, equipamentos de toda a espécie, vestuário, tecnologia de ponta ou maquinaria pesada dos Europeus é a própria Europa, logo, estando em recessão como está, nomeadamente o sul consumista, decerto provoca alguma mossa, ou será mesmo uma grande mossa nessas economias ditas seguras e prósperas? Será que a Alemanha está a vender tantos BMW´s, Volkswagen´s ou Opel´s quanto há uns anos atrás, ou Miele´s, Siemens e Grundig´s em massa, não; será que os Noruegueses vendem assim tanto peixe ou petróleo como há uns anos atrás, não; ou será que os Holandeses estão a vender mais petróleo do que antes, ou mais flores e vegetais, não; e então os Dinamarqueses também estão a vender mais petróleo e gás natural, ou alimentos, não; pode-se continuar com a Finlândia e com os seus Nokia`s, não. Os mercados emergentes consomem essencialmente produtos locais, na Ásia produtos Asiáticos, Lexus, Nissan´s, Kia´s, Toyota´s, Samsung´s e por aí fora, na América do sul e África nem tanto mas aqui as economias também não são tão consumistas pela deficiência económica que ainda possuem. Não se trata de nenhum segredo, as ditas economias fortes dos G´8 ou G´20 estão em decadência, lenta é certo, mas sem retrocesso nos próximos anos, estão baseadas em sistemas financeiros, produtivos e políticos ultrapassados perante o novo mundo e as realidades atuais de globalização, com a consequente competição cada vez mais a nível planetário de todo o tipo de bens ou serviços, com a concorrência a aumentar à medida que o terceiro mundo se moderniza, com os preços que esses mesmos países podem apresentar no mercado a não dar hipóteses de reação aos mais desenvolvidos. Por mais que estes estados poderosos tentem parar este processo de globalização para não perderem lugares conquistados e estabelecidos ao longo de décadas não o vão conseguir e dificultar este processo natural só vai criar mais e mais problemas, essencialmente para eles próprios. São povos que já não estão habituados a viverem com pouco, logo, a dificuldade em aceitar ou digerir uma crise económica que também lhes vai atingir com maior ou menor brevidade será e terá consequências sociais enormes, é mais fácil para quem, com pouco sempre viveu suportar o escasso do que para quem, tudo tem ou teve, viver apenas com o suficiente. A realidade é esta, não se vende, não se produz, não se come, a menos que para comer haja algum Mercedes, Rover ou Peugeot que estão nas fábricas à espera de serem consumidos. Ainda vamos ver os ricos a perguntar: o que é hoje o jantar? Uma Shimano.

    aristidesmendes.blogs.sapo.pt Utopia - manifesto futurista

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  3. Aproveite para levar o linguista!
    http://exiladonomundo.blogspot.pt/2012/11/o-linguista.html

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  4. quem aqui pediu algum dinheiro emprestado à troika meta o dedo no ar?

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  5. Temos um Portugal e Açores com uma nova modernidade social, graças aos esforços de todos os portugueses e açorianos estamos em pleno século XXI nunca compremeter um futuro incerto...

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  6. A vossa carta surpreende!

    Quando o Coronel Kadafi visitou Portugal e montou a sua famosa tenda, quantos protestaram sobre os Direitos Humanos? Quantos lhe disseram que era mal vindo a Portugal?

    Quando o presidente da China visitou Portugal, quantos lhe dirigiram perguntas sobre os Direitos Humanos na China?

    Quando Eduardo dos Santos visitou Portugal... Quem lhe fez perguntas incómodas? Quem lhe escreveu cartas deste teor?

    Aparentemente as pessoas utilizam 2 pesos e 2 medidas para dirigir reparos e criticas aos dirigentes internacionais que não são alheios ao fenómeno de globalização financeira.

    Sobre dirigentes que nem os Direitos Humanos, nem a democracia respeitam... Nem uma palavra no momento em que eles nos visitaram! Que significou então esse silêncio? Onde estavam?

    Querendo chamar a atenção de Merkel que foi democraticamente eleita e esquecendo outros que não respeitam Direitos Humanos, utiliza-se um método falacioso que não representa os portugueses.

    A defesa da Liberdade e da Democracia supõe que não sejam propriedade de ninguém. Não há Democracia sem tolerância.

    Não concordo com a rudeza como forma de receber quem nos visita, mesmo se discordamos em absoluto do que pensa ou faz.

    Estou a pensar que os nossos emigrantes na Alemanha não gostariam de ser tratados com um "mal vindo sr. português!"...

    A História prova que não haverá PAZ na EUROPA sem a ALEMANHA! Nem será possível construir a União Europeia sem o reforço de instituições democráticas que respeitem os Direitos Humanos, onde portugueses, alemães e todos os outros povos convivam sem gestos de rudeza que não ajudam à construção de PAZ e Justiça.

    Não concordo com nada do que pensa Merkel, nem o Governo português, mas sei que "eles" passarão!

    Nós, os cidadãos merecemos dirigentes e elites que se elevem acima da rudeza e da falta de visão.

    Merecemos PAZ, JUSTIÇA e LIBERDADE e não queremos menos para os outros povos todos!

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    1. Só lhe quero dizer uma coisa. Realmente o discurso que apresenta tem muitas verdades.

      Mas uma grande mentira.

      A Historia diz-nos que com um ALEMANHA não haverá paz (veja-se as duas grandes guerras).

      Outra coisa lhe tenho a dizer.
      Pergunte aos emigrantes que rumaram a essa grandiosa nação, como foram recebidos?
      Mal, á pedrada, pois os alemães são racistas para todos: judeus, negros, emigrantes...

      Se não sabe não fale.

      E digo mais sou totalmente contra a vinda dessa "múmia" ao nosso pais, pois a mim ninguém me perguntou nada. Infelizmente o povo não tem voto na matéria.

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    2. é LAMENTÁVEL num moMento tão crucial nas nossas vidas HAJA alguém que FALE em Elite de boca cheia, enquanto o POVO quem mais ordena, fala de boca vazia. ESTE (anormal) nunca deve ter partilhado uma LATA DE ATUM com massa para 5 pessoas como os nossos pais e avós (normais) partilharam a famosa SARDINHA com batatas.

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    3. Pois...pelos vistos és daqueles que apoiam cegamente esta CORJA que nos desgoverna.
      Votaste neles mas..quem aguenta somos nós.
      Quanto á Merkel... não foi eleita por nós,apesar de ter aqui os seus mandaretes, por isso só recebo quem vier por bem...o que não é o caso

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  7. Subscrevo esta carta e reforço a denuncia da ingerência de Angela Merkel no país e nos outros países do sul, admitida subservientemente pelo miserável governo de Portugal. Ainda hoje, Merkel defendeu sem cerimónia e com a sua desbragada arrogância que os incumpridores do défice devem perder soberania para a Europa, isto é, para a Alemanha, perante a complacência do Durão(?)Barroso, a quinta escolha para presidente da UE.
    A Merkel não é benvinda para qualquer cidadã(ao) que tenha um mínimo de dignidade e sentido patriótico.

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  8. Também subscrevo a carta na íntegra.
    Apesar de poder acrescentar mais algumas perspectivas pessoais relacionadas com a situação, estas extrapolariam para um contexto mais abrangente, não anulando uma vírgula no texto apresentado. Por isso, não se justifica que aqui sejam apresentadas.
    Acrescento apenas que não me aborreço nem dou qualquer importância a quem se dá ao trabalho de defender uma posição oposta, visto que é claro que o seu incómodo se deve ao facto de estar a tirar proveito próprio da actual situação difícil em que o país se encontra. Aliás, começa a fazer parte do tecido cultural português, esta atitude de alguns olharem somente para o seu umbigo - caminho fértil para a dissolução de uma sociedade, cultura, país e até de um sentido de Humanidade, sem fronteiras.

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  9. MIB, tenho uma pergunta para si.

    O que fez quando esses senhores de quem fala, vieram a Portugal?

    Susana

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  10. Não subscrevo nem um parágrafo desta carta.
    Acusações injustas e sem nexo. Os problemas em Portugal começaram há muito tempo atrás, pela mão dos nossos próprios políticos.

    Gostava de ver quem vos convencia a emprestar dinheiro a fundo perdido a outro qualquer país que tivesse demonstrado vezes sem conta não saber aproveitar o dinheiro recebido.

    Quantos de vós andaram décadas a votar PS-PSD-PS-PS-PSD?

    Não posso falar muito, embora nunca tenha votado nesses partidos, porque o sistema partidário em Portugal está corrupto até ao tutano. Se calhar o melhor que temos a fazer é mesmo uma revolta contra a classe política Portuguesa no geral. Mas nunca contra outros países e seus representantes, pois estão apenas a fazer o papel deles.

    Por mais jogos maquiavélicos dissimulados que se passem na política internacional, os primeiros culpados pelo estado da nação são os nossos políticos, com as suas políticas de "investimento" e descontrolo do défice.

    Se para meramente CONTROLAR o défice em um ou dois pontos percentuais temos de entrar em CRISE PROFUNDA, então estamos a dar RAZÃO a quem acha que NÃO TEMOS CAPACIDADE PARA PAGAR O QUE ESTAMOS A DEVER. A senhora Merkel não é responsável por todas as políticas dos últimos 20 anos que nos fizeram chegar a este estado, ou não?

    Não consigo ser mais explícito que isto. Culpem primeiro os nossos políticos.

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    1. Aquilo a que tu chamas "o papel deles" eu chamo de agiotagem o que acho ser ainda crime para além de configurar uma falta de ética sem tamanho

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  11. Concordo em grande parte com a carta. Se bem que em primeira instância os nossos políticos sejam os primeiros responsáveis e também quem os elege. É preciso não só mudar de políticas mas também acima de tudo de partidos políticos, ainda que os partidos assegurem que vão seguir uma política diferente. Quanto às dificuldades económicas pertenço também a um setor de atividade fortemente penalizado e falta pouco para não conseguir sequer pagar os seguros e a EDP. Não vejo futuro para este país e entrei numa de "esperar ser despedido" para ter "tomates" para levar a minha esposa e filhos para outro país. Talvez por este motivo, recuso-me até a comprar prendas de Natal e produtos superfluos e os poucos que compro faço-o através de Ebay. Lamento ! Vão buscar mais IVA's e Impostos para o "caraças" ! Há quem diga que só falta pagar para "defecar" mas a verdade é que já nem isso conseguimos fazer de graça. Pagamos àgua (com IVA, a preços astronómicos como em Paços Ferreira ) e que eu saiba o Papel Higiénico tem 23%. Já pensei usar o Diário Económico ou outros mas o papel aleija as hemorróidas que não consigo ter dinheiro para curar.
    Ainda assim, vejo setores que pegam em bandeiras,saem para a rua muito zangados e depois enchem os cofres do estado na caça à multa rodoviária...

    Já me afastei do assunto...ou não... Quanto a Merkel é intrusiva a visita, inapropriada e mal programada. Não é aos exemplos de sucesso alemão que deve ir. Não é à Auto Europa, deve ir à fábrica dos peluches que vai fechar (desculpem não sei o nome) No entanto, acredito claramente, que os cicerones Portugueses tem vergonha de a levar lá. A Auto Europa sempre tem à sua volta umas rotundas todas giras, já a fábrica provavelmente estará inserida numa vulgar aldeia pobre de Portugal, com uma estrada miserável para lá chegar...

    A Comunidade Económica, o Euro, foi um falhanço. Merkel é a cara deste, Por isso tenho que concordar com os autores desta carta aberta. Mas existem mais personas non gratas em Portugal.

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  12. E fazer um blog destes com cartas para os nossos políticos? Subscrevo esta carta, concordo com tudo, e também com os comentários que falam sobre a culpa maior dos nossos políticos. Agora defender a Merkel dizendo que só está a fazer o seu trabalho, isso não faz qualquer sentido. Não é o seu trabalho retirar-nos a capacidade de ser independentes

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  13. Subscrevo inteiramente e irei divulgar.
    Por todos os motivos, a dívida deverá ser paga, e para que possa ser paga o país (e restantes países em dificuldades) tem/têm que se erguer.
    Para que se erga/ergam os juros não deverão ser agiotas, e não devemos ter medo de o exigir. Temos muito a ganhar em termos de negociação se nos juntarmos aos países que como nós sofrem políticas de austeridade, que apenas provocam recessão, e nos impedem de pagar a dívida, e obrigatoriamente nos irão atirar para a posição de "caloteiros" que os que insistem na austeridade em Portugal querem tanto evitar. Mas não é só Portugal, a Europa está de rastos, o desemprego é altíssimo principalmente no Sul, estando a aumentar no Norte, e a crise está a chegar além da Itália. Como não lutámos ao lado dos gregos, a crise afectou, e afectar-nos-á da mesma forma... Se Madrid não lutar ao nosso lado, o mesmo lhes acontecerá... E o mesmo acontecerá a Roma se não apoiar Madrid, e por aí adiante. Apenas quando chegar à porta de Berlim a chanceler se irá preocupar, mas até lá nada fará pela Europa, em especial pelo Sul. E tudo fará para que sejamos nós a ter condições de vida de Terceiro Mundo para que os alemães que a elegeram e aos seus não percam qualidade de vida, e seja possível uma reeleição.
    Quando tudo isto acontecer será tarde demais, a Europa toda terá uma taxa de desemprego só comparável ao período que antecedeu a Segunda Guerra Mundial (guerra com muita responsabilidade alemã e de todos os passivos que não lutaram para o evitar), que sucedeu a uma enorme crise que também teve início nos EUA (a Grande Depressão de 1929-1933). A Alemanha arrastou a Europa e o mundo para a guerra duas vezes, e há a possibilidade de acontecer no futuro semelhante situação... A crise só se revolveu no período pós-guerra e com um plano de reconstrução da Europa, que também para a Alemanha. Um plano (Plano Marshall) justo (não punitivo) para os alemães para além de toda a Europa como tivera sucedido no caso da Primeira Guerra Mundial. A História pode eventualmente repetir-se. E nós todos somos ingénuos se não soubermos analisar o passado, agindo no presente, para que não se repita, e sobretudo lutar para que não se repita... Enquanto caminhamos para o abismo pelas políticas erradas, como país e como continente, e união de Estados, o desemprego aumenta, a miséria aumenta, a fome aumenta, as constituições, leis e a soberania do povo (não só do português)são desrespeitadas, a solidariedade fraqueja (a nível nacional e europeu), a democracia sucumbe...

    E não é só a Europa que sucumbe com a crise, com o consumo a diminuir o preço do petróleo diminuí (tem acontecido nas últimas semanas), compraremos menos petróleo aos países produtores, que dependem do mesmo porque representa a maioria das suas riquezas e percentagem do seu PIB. Quem diz petróleo, diz bens de consumo ao mercado asiático. Rapidamente a crise os afectará também, pelo que sei alguns países nesta situação já estão com abrandamento do seu crescimento económico.

    E tudo o qual lutámos para construir, a nível nacional e europeu, estará em risco.
    Haverá sempre alternativa, se houver vontade política, se foi possível erguer a Europa, será possível erguer outra vez, mas não com desta forma nem com esta senhora.

    Não sou historiadora, não pretendo ser. Mas basta olhar para a situação para perceber que algo de estranho se passa. E como diriam os subscritores da carta que veemente subscrevo, "As histórias que nos contaram nunca bateram certo...".
    Estarei a torcer para que esteja redondamente errada no futuro.

    Também não sou economista, mas basta perceber que considerando que o PIB é 100%, e o a dívida pública é cerca de 120% do PIB (prevê-se 119,1%) para reduzirmos aos níveis que o Tratado de Lisboa exige os 60% o esforço seria incomportável. Assim como o deficit não será de 3% em 2015 sendo que é apenas reduzido à custa de medidas pontuais.

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    1. Tens toda a razao..parabéns pelo que escreveste

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  14. @k7pirata
    Isso faz ela todos os dias! Aos outros...

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  15. todos los pueblos hermanos del sur unidos! mucha fuerza y ánimo, vecinos :)

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  16. Só uma ligeira observação. Na terça - feira, no jogo entre o Real Madrid e o Borussia de Dortmund os jornalistas comentavam que para um jogo internacional o estádio não estava cheio... contigências da crise disseram. O que ninguém disse é que estavam 10.000 alemães na bancada. A crise não toca a todos.

    Uma segunda observação - Hitler, depois de conquistar um país visitava a capital ocupada... Merkl esteve em Atenas e agora vem a Lisbboa.

    A História é no presente, estudar o passado para evitar os mesmos erros no futuro!

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  17. Eu acho que estão a dar demasiada importância a quem não a tem...

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  18. Que gente estúpida em escrever estas palhacadas. A Merkel emprestou-nos muito dinheiro, senao ja tinham fechado os hospitais, nao recebiam os func publicos, desapareciam as pensoes, o estado entraria em bancarota.
    Louvada seja a Santa Merkel por nos ter ajudado. Querem queixar-se vao se queixar do Socrates, o ladrao de paris, que roubou milhoes e levou o pais a bancarrota.

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    1. Se Portugal entrasse em banca rota seria um enorme berbicacho também para a Sra Merkel e os seus amigos banqueiros (alemães e outros). A Sra Merkel está a garantir que esses seus prezados amigos tenham sonhos tranquilos e, entre algumas voltas no leito, ganhem mais uns milhões. Quanto à "ajuda", os mais de um milhão de desempregados que existem em Portugal não têm dado muito por ela... Os nossos banqueiros, esses talvez.
      Mas ceder à chantagem da ditadura dos mercados, como foi o caso em Portugal, cedência essa que despoletou a intervenção da troika, é sempre um sinal de fraqueza e acaba por se pagar caro a não muito longo prazo. Além do mais, nunca se viu alguém que tivesse que ficar mais pobre para poder pagar as suas dívidas.

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  19. "Quanto à "ajuda", os mais de um milhão de desempregados que existem em Portugal não têm dado muito por ela... " Pois sem ela nao haveria um milhao, mas vários milhoes. E os reformados que recebem pensoes e os utilizadores dos servicos publicos, e os funcionarios publicos todos esses notam essa grande ajuda porque recebem dinheirinho no fim do mes. E esse dinheirinho que os funcionarios publicos, reformados, etc recebem vem da troika. Quem nao paga o que deve nao tem honra. E portugal vai pagar. So espero que a troika nunca mais se vá embora porque, nós os portugueses nao nos sabemos governar sozinhos.

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    1. Ainda se pagam impostos em Portugal. Provavelmente, sem a "ajuda", não haveria era dinheiro para pagar aos credores e Portugal talvez tivesse que fazer o mesmo que a Argentina fez há uns anos. É também isso que não interessa à troika. Se esse percurso alternativo seria melhor ou pior, é coisa que não sei, mas a verdade é que o panorama catastrófico com que nos acenaram em 2011 e do qual o Francisco faz eco é o mesmo que já se está a passar na Grécia e para o qual Portugal parece caminhar, sob a intervenção da troika. Por isso, tudo leva a crer que as coisas não são exactamente como certos políticos as pintam.

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  20. As condições de trabalho na Alemanha são excelentes. O trabalho precário é muito reduzido. Os salários são muito elevados. Os autores da carta revelam uma profunda ignorância sobre a Alemanha, tomados que estão por um cegueira dogmática. Lamento a carta, acima de tudo porque é profundamente contra os interesses dos europeus e dos portugueses.

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  21. Depois de ler a carta e todos os comentários permitam-me dizer isto, antigamente invadia-se os paises para os controlar e assim tivemos 2 grandes guerras mundiais, agora controla-se a economia, roubando assim a sua soberania... estamos a ser invadidos com a benção da UE...Controlados...de quem se sente e sempre se sentiu superior.

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  22. Ao Francisco....

    Que também pode ser Gaspar ou Pedro, sinceramente e sem perceber nada de economia mas ao perceber um pouco de História, o problema não começa em Socrates mas sim no Sr. Presidente da Republica Anibal Cavaco Silva à data primeiro - ministro.
    Sem saber nada de ti, mas ao saber ler nas entrelinhas percebo que és PSD ou pior um Jota S D .
    A cegueira dogmática que apregoas tem dois lados e tu apenas vês para o teu.
    Acredito que Portugal nunca vai "entrar" em bancarrota ( já estamos de tanga desde o Durão Barroso), nem nenhum país do Euro porque simplesmente se tal acontecer quem mais perde são os países AAA!
    Trava-se uma guerra Euro face ao Dolar e nós Europa estamos a perder.
    Em todas as guerras, os alemães preferem a destruição total à rendição e aí é que está o grande problema.
    Para terminar Francisco, fica tranquilo pois tens um futuro brilhante pois a defenderes como defendes quem te lava a cabeça ( ia escrever cerebro mas não sei se és acefálo ) um dia tu também vais comer desse tacho que move os politicos portugueses!

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    1. O meu nome é Francisco e ate me registei com o meu email do google. E nao sou nada psd nem isto nem aquilo, por acaso ate votei on bloco de esquerda muitos anos ate que este se tornou num partido problema ao nao querer sentar-se sequer com a troika para tentar resolver problemas de falta de dinheiro motivados por uma ma gestao. Ainda se lembra dos planos para o novo aeroporto de lisboa? Do Jamais? Do TVG ? Planos megalomanos que juntamente com imensos erros de investimento conduziram o pais onde esta. Se nao pagarmos como a Argentina estamos sugeitos a que nos suceda o que lhes sucedeu e sucede: a Argentina está numa situacao péssima, sem acesso aos mercados, completamente endividada, e sempre que a presidente viaja tem de ser com um aviao alugado nao propriedade do estado para que nao seja penhorado, como esta um barco de guerra argentina arrestado neste momento no Ghana. A Argentina é um pária, um pais perdido. Portugal nao vai querer seguir o destino miseravel da argentina. Eu nao tenho qualquer filiacao partidaria: voto de acordo com os meus interesses. E acho que se portugal deixasse de pagar, ninguem mais lhe emprestaria dinheiro: como sucede com a Argentina.

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    2. Francisco, isso não é exactamente assim. A Argentina acabou por chegar a acordo com a maioria dos credores, ao longo desta primeira década. O que fez foi impor uma renegociação, nos montantes, nos prazos e nos juros. Não disse pura e simplesmente que não pagava nada. E hoje tem uma dívida pública que ronda os 40% do PIB. Como não vivi lá durante esse tempo, não sei como foi, nem digo que Portugal deva fazer tudo igual. O que digo é que há demasiadas mentiras no cenário que foi montado pelos que subscreveram o acordo com a troika e que existem alternativas.

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  23. Penso ser uma má educação e contra os costumes do povo português, receber seja quem for que nos visite. Acho que devemos receber. Não bem nem mal, receber.
    Agora não quero dizer que o povo não deixe de dizer à senhora o que deve fazer e deixar de fazer ou influenciar os outros países. O problema não está só por causa dela a culpa disto tudo é dos EUA e o outro lado da europa capitalista. Ela vai atrás dos outros embora tome a dianteira.

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  24. Sou contra a ideia de pagar . A Alemanhã desfez a EUROPA na guerra ,pilhou .matou ficou a dever e nunca mais pagou a divida nem restitueu o que pilhou principalmente na GRECIA

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  25. À destruição de um país e de um povo, admite-se ainda serenamente o pagamento respectivo aos seus executantes?
    Quem encomendou este assassínio?
    Está mais do que na hora desta Nação Valente contra os canhões marchar e levantar de novo o esplendor de Portugal.

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  26. Até arrepia! A Europa teve que dar um GRANDE perdão à Alemanha pelo passado, isso não significa esquecer, e devemos todos fazer o máximo para que não se repita!
    Concordo, ninguém a elegeu como representante da Europa, nem à Troika, nem FMI nem BCE.
    Penso que nesta carta começa se a demonstrar o espirito europeu e não só de paises individuais!
    O nosso governo sempre foi corrupto, desde António Guterres ao Cavaco Silva, que nos trouxe o cavaquismo e que colocou o nosso pais na moeda única.
    O problema do nosso povo é esquecer os acontecimentos em troca de palavras bonitas que todos sabem dizer, mas falta coragem em assumir e cumprir, ao chegar ao pódio, o dinheiro no bolso fala mais alto.
    Neste momento estamos perante uma guerra económica que está a sair do silêncio e que rapidamente vai escalar para a 3ª guerra mundial.
    E a China a adorar!

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  27. Por mim A Senhora entrava em Portugal e era levada por um bracinho e um pontapé no rabo directo no avião de volta a sua terra. Que ela se meta na vida dela que deve ser bastante frustrante pelos seus olhos frios de gente falhada e sem amor. Muitos são os que têm de ser condenados pelos crimes que estão cometendo.

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  28. ‎1- Portugal adormece e espera 6 anos apos o seu dictador ter falecido quando partido o cu ao cair de uma cadeira, para fazer uma revolucao. 50 anos a dormir.
    2- nao temos dinheiro nenhum, nepias. zero. e ainda vivemos na idade media.
    3- nao sabemos gerir o nosso dinheiro (pouco), e temos que chamar 2 vezes o FMI (os alemaes por ex).
    4- a Uniao Europeia (os q vivem dentro das suas possibilidades, os alemaes) aceitam a nossa candidatura a Uniao Europeia e durante 20 anos sao rios de dinheiros.
    5- subidios e mais subsidios e reformas e mais reformas... tornamo nos um obeso da funcao publico. (com o dinheiro dos alemaes)
    6- somos incapazes de nos governar, incapazes de pagar dividas (aos alemaes)
    7- nao podemos pagar as reformas, subsidios e afins. a Merkel diz: nos emprestamos mais dinheiro mas quero saber se voces governam o dinheiro (que vos emprestei) como deve ser !
    8- a Merkel nao 'e bem vinda a Portugal ? ... somos uma anedota de pais ... a culpa nunca 'e nossa. nunca.

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